Em um sermão recente, o pastor que vos escreve disse que era importante, muito importante, notar o fato de que aqueles que conspiraram para lançar Daniel na cova dos leões foram, em tempo, devorados pelos mesmos leões que não devoraram Daniel, e isso antes de tocarem o chão.
Que época
absolutamente fantástica para se estar vivo! Os leões estão devorando os
inimigos de Daniel até agora. Os inimigos do evangelho se devoram a si mesmos.
A Associated
Press publicou uma notícia sobre um prisioneiro federal nos EUA que se
identifica como mulher, isto é, um transgênero, como eles costumam chamar. Você
pode ler a notícia aqui. O prisioneiro foi condenado por conspirar com uma milícia
que ele mesmo criou e jogar uma bomba no gabinete de um clérigo muçulmano. Ninguém foi
ferido, pois o gabinete estava vazio. Mas assustaram a comunidade e danificaram
a propriedade.
O condenado,
que tem 53 anos de idade, pediu judicialmente para ser colocado em uma prisão feminina
e para receber tratamento médico com hormônios. Conforme sua defesa afirmou, ele
cometeu o crime sob a influência de ideias extremistas de direita associadas à
pressão de ser uma mulher em um corpo de homem. Enquanto inflamava sua
audiência miliciana com ideias de terror e radicalismo, comprando armas e
roupas camufladas, ele planejava se mudar para a Tailândia e fazer um
procedimento médico de troca de sexo. Note que ele escreveu um manifesto para a
sua milícia intitulado “Manual do Coelho Branco” –suspeitei desde o princípio.
A acusação
disse que ele mentia e que procurava se desvencilhar da responsabilidade por
seus atos dizendo que era transgênero. Muito perspicaz esse promotor. Será ele
um extremista de direita?
A justiça,
contudo, não podia ir contra a jurisprudência mais recente da ciência (?) e
está pesquisando a melhor maneira de colocar um homem, que jogou uma bomba em
uma mesquita, junto com mulheres presas.
Será que
esse juiz é membro secretamente de alguma milícia de extrema direita misógina?
Por que ele colocaria um homem terrorista em uma cadeia feminina? Se ele for
mesmo um miliciano enrustido, devo dizer que ele é bem mais prático do que o
terrorista. Desta vez, as vítimas não têm para onde fugir.
A decisão
final, contudo, não cabe ao juiz, e sim a um bureau. Mas, bureau é bureau, você
sabe como é.
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