Confissão de Fé
Prefácio
Credos e confissões de fé são um instrumento muito eficiente que a igreja de Cristo tem usado ao longo de sua história para (i) ensinar ao povo de Deus a doutrina dos apóstolos revelada nas Escrituras, (ii) demonstrar sua conformidade com essa doutrina, (iii) se proteger de falsos ensinos e mestres e (iv) promover a unidade do corpo de Cristo.
Esta confissão é uma pequena exposição de proposições sucintas da fé cristã. Essas proposições não substituem as palavras das Escrituras. No entanto, elas são úteis para condensar em uma sentença o ensino de diversas passagens bíblicas e definir pontos importantes da fé.
Ao lado de cada proposição está uma referência bíblica, às vezes mais de uma, que ilustra o que diz a confissão. Em vários casos, muitas outras referências bíblicas poderiam ser inseridas, mas seria algo além do escopo da confissão, cuja natureza é eminentemente resumida.
1. A Revelação
Podemos conhecer a Deus na medida em que Ele revelou a si mesmo (Mt 11.27).
Deus se revelou a todos os homens por meio das coisas criadas (Rm 1.19,20), por meio dos profetas, por meio de Seu Filho (Hb 1.1) e das Escrituras Sagradas (2Tm 3.16).
As Escrituras Sagradas são inspiradas por Deus (2Tm 3.16), não são passíveis de erro (Jo 10.35) e revelam a vontade de Deus para obediência de todos (Mt 28.19,20).
As Escrituras não são de particular interpretação e devem ser interpretadas por si mesmas (2Pe 1.20).
O cânon das Escrituras foi determinado pela providência divina, de acordo com os critérios revelados por Cristo (Mt 5.17,18; Jo 14.26; 16.13; 17.20), sendo composto daqueles livros que sempre foram aceitos pela igreja de Cristo.
O cânon é composto dos trinta e nove livros do Antigo Testamento e vinte e sete do Novo Testamento, e está fechado desde a morte do último apóstolo (Ef 2.20; 1Co 3.11; Gl 1.8).
Os livros comumente conhecidos como deuterocanônicos não são inspirados como os livros das Escrituras e não podem ser usados para estabelecer doutrinas, mas podem ser úteis para ilustração, para edificação e para investigação histórica.
Os três credos ecumênicos, o Credo Apostólico, o Niceno-Constantinopolitano e o Atanasiano são exposições fieis da doutrina ensinada nas Escrituras.
2. A Divindade
Existe um único Deus (Hb 11.6), o Criador de todas as coisas (Gn 1.1), que é espírito (Jo 4.24), eterno (Sl 90.2), imutável (Tg 1.17), onipotente (Gn 17.1), onisciente (Sl 147.5), onipresente (Jr 23.24), bom (Sl 145.9) e justo (Dt 32.4) para com todas as suas criaturas.
O Deus único existe eternamente em três pessoas (Mt 28.19), o Pai (Ef 4.6), o Filho (Jo 1.1) e o Espírito Santo (At 5.3,4).
3. O Cristo
Jesus é o Filho de Deus que se fez carne (Jo 1.14), Ele é verdadeiro Deus (Tt 2.13) e verdadeiro Homem (Hb 2.14).
Sendo Deus, Ele existe eternamente, não foi criado, e nunca houve um tempo em que Ele não existiu (Jo 1.1-3; Cl 1.17).
Sendo Homem, Ele é o único mediador entre Deus e os homens (1Tm 2.5).
Ele nasceu da Virgem Maria (Lc 1.27).
A sua concepção foi por obra do Espírito Santo (Lc 1.35).
Ele não tinha pecado de nenhum tipo (Hb 4.15).
Ele cumpriu as profecias do Antigo Testamento a respeito do Cristo (1Co 15.3,4).
Ele padeceu sob Pôncio Pilatos (Mt 27.26), morreu (Mt 27.50), foi sepultado (Mt 27.59) e ressuscitou ao terceiro dia (Mt 28.6), subiu ao céu e está sentado à direita de Deus Pai (Mc 16.19).
A morte de Cristo foi o sacrifício que Ele ofereceu em nosso lugar (Is 53.5; 1Pe 2.24) e a nosso favor (Jo 3.16; 2Co 5.21).
Por meio desse sacrifício Jesus fez propiciação pelos pecados do mundo todo (1Jo 2.2).
Ele adquiriu a redenção, a salvação, a vida eterna, o perdão dos pecados, e todo o bem, para o mundo todo (Ef 1.7; Rm 5.19; 6.23; 1Co 1.30; Rm 7.18 e Jo 15.5).
Jesus é o nosso Profeta, pois Ele nos revela a verdade de Deus (Jo 1.18).
Ele é o nosso Sacerdote, pois Ele é quem remove os nossos pecados e nos reconcilia com Deus (Hb 7.24,25).
E Ele é o nosso Rei, pois tem todo o poder nos céus e na terra (Mt 28.18).
4. O Espírito Santo
O Espírito Santo é Deus (1Co 6.19).
É Pessoa (Ef 4.30).
Ele procede do Pai e do Filho (Rm 8.9).
Ele aplica a redenção adquirida por Cristo, chamando, concedendo fé, arrependimento, regeneração e santificação (Jo 16.8; Tt 3.5,6; 1Pe 1.2).
Ele faz, dos crentes, membros da igreja (1Co 12.13).
Ele governa a igreja (At 20.28) e a vida dos crentes (Rm 8.14).
Ele vocaciona para o ministério (At 13.2-4).
Ele distribui dons espirituais (1Co 12.4s).
5. A Criação e a Providência
Deus criou todas as coisas (Is 45.12).
Ele as criou boas (Gn 1.31).
Toda a criação foi feita para a glória de Deus (Rm 11.36) e para o bem do homem (Sl 115.16; At 14.17).
Deus preserva todas as coisas (Ne 9.6; At 17.28).
Nada acontece sem a vontade de Deus, seja querendo, seja permitindo (Mt 10.29,30; Tg 4.13-15).
6. A Queda
O pecado e o mal entraram no mundo por meio da desobediência livre e voluntária do homem a uma ordem dada por Deus, quando o Diabo tentou Eva e ela e seu marido caíram (Rm 5.12; Gn 3.1-6).
Desde essa queda, todo homem que nasce por meios naturais está contaminado pelo pecado de Adão, sujeito à morte e a diversos males (Gn 3.16-24), e é incapaz de fazer qualquer coisa genuinamente boa, inclusive ter fé e se converter (Rm 8.7,8), sem a intervenção graciosa de Deus, por Seu Filho Jesus Cristo e por Seu Espírito Santo (Jo 15.5).
O pecado é a transgressão da lei de Deus (1Jo 3.4).
Ele existe no homem como pecado original e como pecado atual.
Pecado atual é a prática de qualquer transgressão (Tg 1.14,15; 1Jo 3.4).
Pecado original é a contaminação do homem pelo pecado de Adão, que o torna culpado, passível de condenação e morte e inclinado pela cobiça à prática de todo tipo de mal (Rm 5.12-19; Ef 2.1-3).
7. A Salvação
Pecadores só podem ser salvos em virtude do sacrifício de Cristo por todos (Rm 6.23) e mediante o convencimento do Espírito Santo que opera neles para que se convertam de seus pecados e tenham fé em Jesus Cristo (Jo 16.8).
O Espírito Santo pode ser resistido (At 7.51). Os que não resistem ao Espírito, são convertidos por Ele e recebem o dom do arrependimento e da fé (2Tm 2.25). São justificados pela fé, o que significa dizer que são perdoados de todos os pecados e considerados justos diante de Deus, não pelo mérito de qualquer obra que tenham feito, mas por causa da fé em Cristo (Rm 3.28; 5.1). São regenerados, o que significa dizer que recebem de Deus uma nova vida espiritual que os habilita a fazer boas obras (Ef 2.10). E são santificados, o que significa dizer que são ensinados e transformados pelo Espírito Santo para amar a Deus e ao próximo como manda a lei de Deus (2Ts 2.13; 1Jo 4.7,8).
O homem assim salvo ainda pode, por sua própria falta, resistir à ação continuada do Espírito e abandonar a fé que lhe foi dada (1Co 10.12). E se isso ocorrer, ainda pode ser restaurado se voltar a se arrepender e crer em Cristo (Tg 5.19,20).
8. Os Meios da Graça
O Espírito Santo usa meios para operar a salvação do pecador. Os meios ordinários que Ele usa são a palavra de Deus escrita, pregada ou transmitida através de sacramentos, quais sejam, o batismo e a ceia do Senhor (Rm 10.17; 1Pe 1.23).
Ninguém obtém qualquer benefício dos meios da graça exceto pela fé em Cristo.
Batismo
O batismo é a aplicação de água em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, conforme a palavra do Senhor Jesus (Mt 28.19).
No batismo, recebemos a remissão e a purificação dos pecados e habitação do Espírito Santo (At 2.38) e, pela operação do Espírito Santo (Jo 3.5) e pela palavra do Senhor ligada à água (Ef 5.25,26), recebemos a regeneração (Tt 3.5), a união com Cristo (Rm 6.3,4) e nos tornamos membros de sua igreja (1Co 12.13).
Podem ser batizados os que creem em Cristo de todo coração (At 8.36,37; Mc 16.16). Isso inclui os filhos de crentes (At 2.39; 1Co 7.14).
Ceia do Senhor
A Ceia do Senhor é o ritual em que, por meio dos elementos, pão e cálice, Cristo nos dá de si mesmo (Mt 26.26-28).
Na ceia do Senhor, recebemos perdão de pecados (Mt 26.28), comunhão com Cristo (Jo 6.53-56) e, por meio dEle, com a igreja (1Co 10.16,17).
Todos os crentes devem receber os dois elementos (Mt 26.27).
As Escrituras descrevem o conteúdo do cálice como fruto da vide (Mt 26.29) e, portanto, não há exigência de que seja vinho fermentado.
Absolvição
A confissão de pecados uns aos outros é um meio de receber perdão de pecados e até a cura de enfermidades, quando esta for a vontade de Deus (Sl 32.3-5; Tg 5.16).
A boa ordem e o bom senso pedem que, em situações ordinárias, a confissão seja feita ao ministro ordenado pela igreja e apontado para isso (Tg 5.14-16).
O ministro, exercendo o poder das chaves, pode ministrar o perdão ao pecador arrependido, ou a retenção ao pecador impenitente (Jo 20.21-23).
Oração
A oração é o oferecimento dos nossos desejos a Deus em nome de Jesus (Fp 4.6).
Ela foi ordenada por Jesus, que ensinou aos discípulos tudo o que é necessário saber sobre a oração.
Na oração conhecida como “Pai Nosso”, o Senhor nos ensinou sobre o que orar (Mt 6.9-13; Lc 11.1-4).
O Senhor também ensinou sobre o dever de orar sempre e nunca esmorecer (Lc 18.1), orar sem cessar (1Ts 5.17), orar com humildade e não com soberba (Lc 18.9-14), orar uns pelos outros (Tg 5.16), confiar que receberemos do Senhor aquilo que pedimos (Mc 11.24) e pedir pelo dom do Espírito Santo (Lc 11.9-13).
Meditação nas Escrituras
A meditação das Escrituras é ordenada por Deus no Antigo (Sl 1.1,2) e no Novo Testamento (At 17.11). Ela inclui ler as Escrituras (Js 1.8), ouvir a pregação da palavra de Deus (Pv 4.20-22), conversar sobre elas (Cl 3.16), ocupar a mente com elas (Fp 4.8).
Jejum
O jejum é a abstenção de prazeres lícitos, como alimentos, líquidos, ou ambos (Dn 10.2-3; Jn 3.7; 1Co 7.5). Ele foi ordenado pelo Senhor (Jl 2.12) e deve ser feito diante de Deus (Mt 6.16-18), associado à oração (Ed 8.23; Dn 9.3; At 13.2,3) e às boas obras (Is 58.6), com vistas à mortificação da carne (1Co 9.27) e ao fortalecimento da fé (Mc 9.29).
9. Igreja
Descrição
A igreja é a congregação dos fieis em nome de Jesus (Mt 18.20), onde a palavra é pregada e os sacramentos são celebrados corretamente (Mt 28.19-20).
Marcas da Igreja
Ela é una em sua relação com Cristo, o único cabeça de toda a igreja (1Co 12.12,13).
A unidade institucional não é absolutamente necessária para manter a unidade da igreja (Mc 9.38-40), mas ela é boa e deve ser buscada sempre que for possível sem prejuízo da verdade do evangelho (1Co 1.10; Rm 14.1-4).
Ela é santa, promovendo a santificação dos crentes por meio da pregação da palavra, da administração dos sacramentos e da disciplina bíblica (Ef 5.25-27).
Ela é católica, reunindo os crentes de todas as épocas e lugares (Ap 7.9,10).
Ela é apostólica, mantendo viva a fé dos apóstolos e a pregação do evangelho (Ef 2.19,20).
Ela é indefectível, não podendo falhar de forma permanente ou definitiva, pois as portas do inferno não podem prevalecer contra ela (Mt 16.18).
Há pecadores no meio da igreja, e não se deve esperar uma perfeição absoluta da igreja antes do juízo final (Mt 13.24-30; 2Tm 2.19).
Ministério
O Espírito Santo estabeleceu na igreja ordens de ministros para liderarem o povo sacerdotal de Deus na obediência a sua palavra (At 20.28; 1Tm 3.1; 2Tm 4.1,2).
Tais são chamados de bispos, presbíteros e diáconos.
A posição deles é um múnus e todos eles estão submetidos à autoridade suprema de Cristo, o juiz final de todos os homens (Cl 1.18; Jo 5.22,23), à obediência das Escrituras (1Tm 4.16), e à prestação de contas mútua (Gl 6.1,2) e à própria congregação (Mt 18.15-17).
Se os seus ministros não cumprirem o dever para o qual foram vocacionados por Deus, a congregação dos fieis pode ordenar novos ministros, como ela fez no caso da reforma protestante (At 6.3; 1Pe 2.9).
Os bispos e presbíteros são ministros da palavra, a quem, em situações ordinárias, cabe a pregação (1Tm 4.13; 2Tm 4.2) e a administração dos sacramentos e da disciplina na igreja (Tt 1.7-9; Mt 28.19; 1Co 11.23-25; 1Tm 5.19,20).
Devem ter o caráter e as condições estabelecidas nas Escrituras (1Tm 3.1-7; Tt 1.5-9) e precisam, necessariamente, ser homens (1Tm 2.12). É seu dever ser fieis às Escrituras por completo (At 20.27; 2Tm 4.2-5), cuidar do povo de Deus (At 20.28; 1Pe 5.2,3), visitar e nutrir espiritualmente os fracos (Hb 12.12,13), ensinar com a palavra e com o exemplo (1Tm 4.12).
Os diáconos são os auxiliares dos bispos e presbíteros e atendem, principalmente, ao ministério da misericórdia, do socorro e do evangelismo (At 6.1-3; 21.8).
Todos os crentes devem amor fraternal e respeito mútuo a todos (Ef 4.2), mas especial respeito e obediência aos ministros da igreja (Hb 13.7,17; 1Tm 5.17).
Missão
A igreja é o sal da terra porque ela tem a missão de preservar a verdade no mundo (Mt 5.13; 1Tm 3.15).
Ela é a luz do mundo porque ela tem a missão de levar a verdade até a cada canto mais escuro da terra (Mt 5.14).
A igreja cumpre sua missão por meio da pregação da palavra e da administração dos sacramentos e da disciplina (Mt 28.19,20) e por meio do ministério sacerdotal de cada crente em sua respectiva esfera de influência (1Pe 2.9).
10. Ética Cristã
A lei de Deus revelada no Antigo Testamento foi abolida como método de salvação (Gl 2.16,24-25).
Mas os mandamentos morais que encontramos nela, explícitos ou implícitos, ainda são o padrão para os crentes do que devem fazer para amar, glorificar e agradar a Deus e amar ao próximo (Tg 2.8; 1Jo 5.2,3).
O resumo dos mandamentos morais se encontra nos dez mandamentos (Êx 20.1-17; Dt 5.6-21). O resumo dos dez mandamentos se encontra nos dois grandes mandamentos que Jesus explicou sobre amar a Deus e ao próximo (Mt 22.37-40).
Amor a Deus
Uma aplicação dos primeiros quatro mandamentos, que dizem respeito a nosso amor a Deus, não pode prescindir das seguintes coisas: É dever de todos adorar a Deus (Êx 20.3), oferecer orações (1Tm 2.1,8), meditar em Sua palavra (Sl 1.2), ouvir a palavra pregada (Rm 10.17), adorar a Deus na reunião dos fieis (Sl 95.6), separar o tempo necessário para cultuar a Deus com a igreja (Êx 20.8; Hb 10.25), falar a verdade a respeito de Deus (Êx 20.7), rejeitar qualquer outro culto ou prática religiosa que não seja aquela da igreja de Cristo, conforme a palavra de Deus (Êx 20.4).
Amor ao próximo
Uma aplicação dos últimos seis mandamentos, que dizem respeito a nosso amor ao próximo, não pode prescindir das seguintes coisas: É dever de todos amar sua família, especialmente pais e filhos (Êx 20.12; Ef 6.1-4), e prestar a honra devida a cada um em sua respectiva posição (Rm 13.7), preservar e melhorar a vida do próximo (Êx 20.13; Pv 24.11,12; Lc 10.33,34), honrar o cônjuge (Êx 20.14; Ef 5.33) e a instituição do casamento (Hb 13.4), que é sempre a união legítima entre um homem e uma mulher (Gn 2.24), honrar a propriedade e os bens do próximo (Êx 20.15; Pv 3.27), sempre que possível cuidar para que o próximo tenha o necessário (Fp 2.4; Tg 2.15,16), falar a verdade (Êx 20.16; Ef 4.25), e não nutrir nenhum tipo de cobiça a nada que é do próximo (Êx 20.17; Gl 5.26; Tg 3.14-16; Lc 12.15), o que é incompatível com o amor (Rm 13.9,10).
11. Magistrado Civil
A igreja tem um papel profético em sua relação com as autoridades civis (At 5.29; 1Rs 18.17,18; Mt 14.3,4).
A autoridade civil deve garantir à igreja o respeito à sua liberdade para denunciar pecados e chamar ao arrependimento quem quer que seja, inclusive o magistrado civil (Rm 13.3,4).
O magistrado deve proteger o trabalho da igreja para que ela possa ter paz e trazer o benefício necessário à sociedade (1Tm 2.2-4).
12. Últimas Coisas
Jesus Cristo virá novamente (Jo 14.3; At 1.11).
Sua vinda pode ocorrer a qualquer momento (Mt 24.44), e será física (At 1.11), visível (Ap 1.7) e gloriosa (Mt 24.30; Tt 2.13), não mais em humilhação (Hb 9.28), mas para julgar os homens (Mt 16.27; 25.31,32).
Os crentes que morrem antes da vinda de Jesus vão imediatamente para estarem com Cristo no reino celestial (Fp 1.23; 2Tm 4.18) e aguardam a ressurreição para estarem com o Senhor não apenas em espírito, mas também em corpo (1Ts 4.16,17).
Os ímpios que morrem antes da vinda de Jesus estão em tormentos aguardando o dia do juízo final para receberem sua pena (Lc 16.22,23; 2Pe 2.9; Ap 20.13-15).
Na vinda de Jesus os mortos ressuscitarão e os crentes que estiverem vivos serão transformados com um corpo glorioso (1Ts 4.16,17).
Haverá um juízo final, no qual todos os que rejeitaram a Cristo serão julgados por seus próprios pecados e condenados ao castigo apropriado (Ap 20.11-15; 2Co 5.10; Rm 2.6-8).
Assim como a salvação dos crentes será eterna, eterno será o castigo dos ímpios (Mt 25.46).
Deus restaurará todas as coisas, haverá novos céus e nova terra, onde não haverá nenhuma maldade ou pecado (Ap 21.1-4; 2Pe 3.13).
Deus será tudo em todos (1Co 15.28) e os crentes reinarão eternamente com Cristo (2Tm 2.12; Ap 22.5).
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